top of page
Blog


Protonterapia no Brasil: Rio terá primeiro centro com foco em pacientes pediátricos e atendimento ao SUS
Em videocast da Conexões JBFM, Fundação Severino Sombra, Hospital Mário Kroeff e equipe técnica detalham o projeto, o foco no SUS e os desafios de implantação até 2030.
iohann gauss
6 de fev.


O desafio de implantar um centro de protonterapia no Brasil: tecnologia, infraestrutura e planejamento
Quando falamos sobre implantar um centro de protonterapia, muitas pessoas imaginam apenas a chegada de um equipamento sofisticado. Na prática, o maior desafio não está no equipamento em si, mas em construir toda a infraestrutura clínica, física, regulatória e operacional que permita que essa tecnologia funcione com segurança, precisão e sustentabilidade.
Hélio Salmon
1 de fev.


Por que pacientes pediátricos serão os maiores beneficiados pela protonterapia no Brasil
Quando falamos em tratamento oncológico infantil, a principal preocupação nunca é apenas eliminar o tumor. O desafio real é curar sem comprometer o futuro da criança. Como profissional que atua diretamente na área de radioterapia, posso afirmar que esse é um dos pontos em que a protonterapia mostra seu maior impacto clínico e social.
Hélio Salmon
1 de fev.


Protonterapia na prática: como funciona e por que ela é diferente da radioterapia tradicional
Quando falamos em protonterapia, muita gente imagina apenas “uma radioterapia mais moderna”. Na prática, estamos falando de uma mudança física no tipo de feixe utilizado para tratar o tumor, o que altera completamente a forma como a energia é depositada dentro do corpo do paciente.
Hélio Salmon
1 de fev.


O que muda na radioterapia brasileira com a chegada da protonterapia
Durante muitos anos, o Brasil acompanhou de longe o avanço da protonterapia — uma tecnologia que já vinha sendo adotada em centros de referência nos Estados Unidos, Europa e Ásia, mas que ainda não fazia parte da realidade nacional. Para quem atua diretamente na radioterapia, isso sempre representou um limite importante: sabíamos que existia uma ferramenta mais precisa, mais segura para determinados perfis de pacientes, mas que não estava disponível no nosso sistema de saúde.
Hélio Salmon
1 de fev.
bottom of page
